O vereador Rafael Pascucci (PSD) foi eleito presidente da Câmara de São José dos Campos nesta quinta-feira (1). Ele assume o cargo no biênio 2027/2028.
Sendo o único candidato, Pascucci obteve 19 votos favoráveis em sessão extraordinária. A apuração registrou ainda um voto em branco e um voto nulo.
Para a Mesa Diretora, Senna (PL) e Rogério da Acasem (PP) foram eleitos vice-presidentes. Marcelo Garcia (PRD) e Juliana Fraga (PT) serão os secretários.
A eleição ocorreu após a Justiça adiar a votação de julho por indícios de antecipação excessiva. A decisão determinou que o pleito ocorresse a partir de outubro.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/L/S/MrzpHqSmm1r47Vyt8Cmg/foto-g1-76-.png)
O vereador Rafael Pascucci (PSD) foi eleito o novo presidente da Câmara de São José dos Campos para o biênio 2027/2028. A votação aconteceu na manhã desta quinta-feira (1º), em sessão extraordinária.
Pascucci foi o único candidato à presidência na sessão desta quinta. Na reunião, os parlamentares declararam seus votos e ele foi eleito com 19 votos a favor.
Durante a contagem dos votos, uma das cédulas de votação estava com o 'X' marcado fora do quadrado. O voto foi considerado nulo. Também foi registrado um voto em branco.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp
Além do presidente, os vereadores também votaram a composição da Mesa Diretora para o biênio. Senna (PL) foi eleito o 1º vice-presidente, enquanto Rogério da Acasem (PP) foi eleito o 2º vice-presidente.
O vereador Marcelo Garcia (PRD) foi eleito o 1º secretário. Já a vereadora Juliana Fraga (PT) foi escolhida a 2ª secretária.
Presdiente: Rafael Pascucci (PSD)1º vice-presidente: Senna (PL)2º vice-presidente: Rogério da Acasem (PP)1º secretário: Marcelo Garcia (PRD)2º secretário: Juliana Fraga (PT)
A votação aconteceu três meses após a Justiça adiar a votação anterior, que aconteceria em julho. Na ocasião, a juíza Naira Blanco Machado, da 1ª Vara da Fazenda Pública, entendeu, em decisão liminar, que havia indícios de antecipação excessiva da eleição.
Segundo a magistrada, a votação deveria ocorrer apenas a partir de outubro de 2026, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF).

