O cearense Jackson Rian Ferreira Carvalho foi preso na Itália em 29 de outubro por suspeita de tráfico. O jovem está em uma penitenciária de Busto Arsizio.
O Consulado-Geral do Brasil em Milão acompanha o caso do cearense. O órgão presta a assistência consular necessária à família do jovem.
Jackson morava em Fortaleza e compartilhava vídeos de humor e dança. Ele acumula mais de 6.000 seguidores nas redes sociais.
O cearense também integrava produções locais de realities com outros influenciadores. Os participantes ficavam confinados gravando o cotidiano em uma casa.
Parentes de Jackson publicaram uma carta pedindo respeito. O Itamaraty afirmou que não divulga detalhes do caso por direito à privacidade.
O cearense preso na Itália desde o dia 29 de outubro, por suspeito de tráfico internacional de drogas, é Jackson Rian Ferreira Carvalho. O jovem foi detido em Milão com drogas e atualmente está recolhido na penitenciária da cidade de Busto Arsizio, na região da Lombardia, no norte da Itália.
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O Ministério das Relações Exteriores disse ao g1 que tem conhecimento do caso e que o Consulado-Geral do Brasil em Milão está em contato com a família, prestando a assistência consular devida.
Atuação nas redes sociais
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Jackson Rian residia com os parentes em Fortaleza. Nas redes sociais, onde possui mais de 6 mil seguidores, ele costumava postar conteúdos diversificados, de dança e humor.
Além disso, o cearense participou de produções de realities locais com influenciadores que ficavam confinados em uma residência, compartilhando confusões e criação de conteúdo.
Após a prisão Jackson, familiares publicaram uma carta aberta nas redes sociais para comunicar o caso e pedir respeito neste momento. Na publicação, uma pessoa identificada como primo de Rian informou que a família recebeu a notícia da prisão e ainda buscava entender o que havia acontecido.
Em nota, o Itamaraty explicou que, em respeito à privacidade e à legislação sobre acesso à informação, não fornece detalhes sobre casos individuais de assistência a cidadãos brasileiros. O órgão também informou que a atuação consular segue as legislações nacional e internacional.




