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Justiça converte prisão preventiva para domiciliar de policial civil suspeita de forjar apreensão de drogas em BH

01/10/2026

Justiça converte prisão preventiva para domiciliar de policial civil suspeita de forjar apreensão de drogas em BH

A Justiça converteu nesta quarta-feira (30) a prisão preventiva de Ana Luiza Guimarães Carvalho para domiciliar. A policial é suspeita de fraude em Belo Horizonte.

Segundo a defesa, a policial apresenta quadro de depressão e ansiedade. O Ministério Público deu parecer favorável baseado em relatórios da Casa de Custódia.

Os policiais Rodrigo Otávio e Rafael Egg também continuam presos na Casa de Custódia. Eles são investigados por suspeita de participação no mesmo caso.

A ação policial ocorreu em 7 de agosto. Imagens registradas pela própria equipe levantaram suspeitas sobre as circunstâncias da apreensão de drogas.

A Justiça converteu nesta quarta-feira (30) a prisão preventiva de Ana Luiza Guimarães Carvalho para domiciliar. A policial civil é investigada por suspeita de participação em uma suposta fraude na apreensão de drogas durante uma operação realizada em agosto, na região da Pampulha, em Belo Horizonte.

Segundo a defesa da policial, Ana Luiza apresenta depressão intensa, apatia, prostração e ansiedade.

O Ministério Público foi favorável à converssão da prisão com base em relatórios e documentos emitidos pela Casa de Custódia da Polícia Civil e pelo Hospital da Polícia Civil.

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Além de Ana Luiza, os policiais Rodrigo Otávio e Rafael Egg também estão detidos na Casa de Custódia por suspeita de participação nas irregularidades da ação.

A operação foi realizada no dia 7 de agosto por policiais do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc).

Os investigados participaram do cumprimento de um mandado de busca e apreensão que tinha como alvo Matheus Bruno Andrade Fernandes, filho de uma policial civil, e o pai dele, Bruno Gleidson Fernandes.

Na ocasião, eles afirmaram ter encontrado uma arma e uma barra de maconha na residência. No entanto, dias depois, imagens registradas pelos próprios policiais levantaram suspeitas sobre a forma como a droga foi localizada.

Em nota, Polícia Civil de Minas Gerais informou que recebeu o alvará de soltura para Ana Luiza Guimarães Carvalho e que realiza os procedimentos legais para o efetivo cumprimento da ordem judicial.

A Corregedoria da Polícia Civil investiga o caso.

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