A Polícia Civil afirmou, na quarta-feira (30), que Gabriela Evaldt Cardoso, de 23 anos, foi executada por disparos de arma de fogo. O corpo ainda não foi localizado.
A investigação trata o caso como homicídio. A equipe policial tem convicção técnica de que a jovem foi morta no mesmo dia em que desapareceu, em Tramandaí.
Durante as buscas, policiais encontraram projéteis de munição em uma área analisada. A motivação do crime já é conhecida pela polícia, mas não será revelada para preservar as investigações.
Gabriela fez o último contato às 23h do dia do desaparecimento. O carro dela foi encontrado sem placas 10 dias depois, em uma casa desocupada em Tramandaí.
A Polícia Civil solicitou perícias de DNA, papiloscopia e análise de vestígios. Os investigadores também pediram acesso aos dados do celular e às redes sociais da jovem.
A Polícia Civil afirmou, na quarta-feira (30), que Gabriela Evaldt Cardoso, de 23 anos, conhecida como Babi Cardoso e desaparecida há mais de três semanas, foi executada por disparos de arma de fogo.
A jovem desapareceu em 6 de setembro e o corpo dela não tinha sido localizado até a publicação desta reportagem.
"A gente tem certeza absoluta que ela foi executada por disparos de arma de fogo", diz o delegado responsável pelo caso, Alexandre Souza.
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O desaparecimento de Gabriela é tratado pela polícia como um caso de homicídio. Em atualização anterior da investigação, o delegado já havia informado que a equipe tinha convicção técnica de que a jovem foi morta no mesmo dia em que desapareceu.
Ela foi vista com vida pela última vez em Tramandaí, no Litoral Norte.
Durante as buscas pelo corpo, os investigadores encontraram projéteis de munição em uma área analisada pela polícia. No entanto, ainda não é possível afirmar se o material localizado foi utilizado no crime.
"A gente encontrou projéteis de munição que podem ser os que executaram a Gabriela, como podem não ser", comenta o delegado.
De acordo com a Polícia Civil, equipes utilizam detector de metais na tentativa de localizar outros projéteis que possam auxiliar a investigação.
"Estamos com detector de metais para ver se acha mais projéteis, para poder fazer a escavação próxima", explica Souza.
O que já se sabe
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O delegado Alexandre Souza afirma que já é conhecida a motivação do crime, mas "não será revelada" para preservar a investigação. Dessa forma, a polícia descarta feminicídio ou latrocínio.
O último contato registrado da jovem ocorreu às 23h com uma amiga. Por volta das 22h, ela informou à família que estava bem e que iria até a casa da mãe, Rosane Evaldt, em Torres, para devolver o carro. No entanto, nunca chegou ao local.
O carro da jovem foi encontrado 10 dias após o desaparecimento em uma casa desocupada em Tramandaí. O veículo estava sem placas e com uma calota retirada.
A partir do cruzamento de imagens de câmeras de monitoramento, os investigadores identificaram o último momento em que o automóvel circulou. A localização do carro ocorreu após uma denúncia anônima.
Perícias de DNA, papiloscopia e análise de vestígios também foram solicitadas pela Polícia Civil. Uma unha encontrada dentro do veículo será analisada. O celular da motorista foi localizado, e os investigadores pediram acesso aos dados do aparelho e às redes sociais da jovem.
Família segue sem respostas
Enquanto a investigação avança, a família de Gabriela aguarda por respostas sobre o paradeiro da jovem.
"Horrível. Uma dor inexplicável", resume a mãe, Rosane Evaldt.
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