A Coreia do Norte lançou um míssil balístico no sábado (3). O projétil percorreu mais de 700 quilômetros na costa leste.
Após o lançamento, o Conselho de Segurança Nacional sul-coreano convocou reunião de emergência. Militares locais reforçaram o monitoramento do vizinho.
O disparo ocorreu 1 dia após Kim Yo-jong rejeitar um pedido de desculpas do vizinho. O país exigia retratação por explosões de minas.
A Coreia do Norte endureceu a postura em relação ao vizinho. O regime abandonou a reunificação nacional e classifica o Sul como "principal inimigo".
A Coreia do Norte lançou um míssil balístico em direção ao mar na costa leste do país no sábado (3), pelo horário local — noite de sexta-feira (2) no Brasil. As informações foram divulgadas por autoridades da Coreia do Sul e do Japão.
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Segundo os militares da Coreia do Sul, o míssil percorreu mais de 700 quilômetros.
A Guarda Costeira do Japão afirmou que o objeto poderia ser um míssil balístico e aparentemente já havia caído no mar. Em um comunicado, o órgão pediu que embarcações na região tomassem precauções.
As Forças Armadas da Coreia do Sul disseram que reforçaram o monitoramento diante da possibilidade de novos testes e que vão compartilhar informações de inteligência com os EUA e o Japão.
Após o lançamento, o Conselho de Segurança Nacional da Presidência sul-coreana convocou uma reunião de emergência para avaliar a situação.
O disparo ocorreu um dia depois de Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un e uma das figuras mais influentes do regime, rejeitar uma exigência da Coreia do Sul por um pedido de desculpas.
O país vizinho queria uma retratação após uma explosão envolvendo minas na Zona Desmilitarizada na fronteira entre as duas Coreias.
A Coreia do Sul afirmou nesta semana que minas norte-coreanas provocaram a explosão que deixou dois soldados sul-coreanos gravemente feridos. O incidente aconteceu durante uma missão de reconhecimento dentro da faixa de quatro quilômetros de largura que separa os países.
Nos últimos anos, a Coreia do Norte endureceu a postura em relação ao Sul, abandonou a reunificação como objetivo nacional e passou a classificar a Coreia do Sul como seu "principal inimigo".
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