As causas do incêndio em um ônibus nesta sexta-feira (6) no bairro Carlos Prates são investigadas. Segundo o Sintram, não houve feridos.
Ao notar o fogo, o motorista parou o veículo e orientou o desembarque seguro dos passageiros. Bombeiros, Polícia Militar e concessionária foram acionados.
O fogo atingiu fachadas de imóveis e a rede elétrica na Rua Padre Eustáquio. A Cemig informou que o serviço de 2 clientes foi restabelecido.
As causas do incêndio que atingiu um ônibus da linha 2290, na noite desta sexta-feira (6), no bairro Carlos Prates, na Região Noroeste de Belo Horizonte, ainda são investigadas. Segundo o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram), ninguém ficou ferido.
De acordo com a entidade, a perícia e a empresa consorciada responsável pelo coletivo fazem avaliações técnicas para tentar identificar a origem das chamas e os fatores que podem ter contribuído para o incêndio. Até o momento, não há elementos suficientes para apontar o que provocou o fogo.
O Sintram informou ainda que, ao identificar a situação, o motorista interrompeu a viagem e orientou o desembarque. Os passageiros deixaram o ônibus em segurança. Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e concessionária de energia foram acionados para atender a ocorrência.
O incêndio aconteceu na Rua Padre Eustáquio, na altura do número 363. As chamas altas atingiram fachadas de imóveis próximos, deixando marcas de queimado, e também alcançaram a rede elétrica nas proximidades.
Segundo a Cemig, a rede de distribuição não foi atingida pelo incêndio. Dois clientes tiveram o fornecimento desligado durante a ocorrência e o serviço já foi restabelecido.
O Sintram afirmou que acompanha o caso junto à empresa responsável e que as conclusões das avaliações técnicas devem orientar as providências a serem adotadas.



